Chama-se ‘aLOL – ad libitum Orquestra de Lousada’ e é um projecto de inclusão social que pretende “integrar as crianças e jovens através da música”, de modo a “combater “o abandono ou insucesso escolar”, entre outras problemáticas, assim como “promover a integração social e os direitos de igualdade”, aponta o município.

A método de ensino baseia-se num “sistema de imitação”, onde a criança ou jovem cria o gosto por fazer através dos professores, vistos como modelo. Depois, as técnicas são aprefeiçoadas.

Constituído por “48 crianças e jovens”, que se apresentam em grupo, em formato de Orquestra Clássica, vai ter sete horas de carga curricular semanal, com uma hora de instrumento, duas horas de naipe, uma de formação musical e três horas de orquestra.

Violino, viola d´arco, violoncelo, contrabaixo, oboé, clarinete, fagote, flauta, trompete, trombone, trompa e percussão serão os instrumentos usados, numa parceria que envolve o Ministério da Educação, o Agrupamento de Escolas Lousada Oeste, o Conservatório do Vale do Sousa e a autarquia local.

Ao Governo cabe atribuir um crédito horário de 55 horas às escolas, para recrutamento de docentes do ensino artístico especializado, e Câmara Municipal vai financiar a aquisição dos instrumentos. A direcção artística caberá aos dois organismos restantes.

Para o município, “a música tem um papel importante no desenvolvimento das crianças e jovens”, sendo que esta ideia é inspirada no modelo El Sistema, criado e idealizado na Venezuela.

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