A Águas do Douro e Paiva investiu cerca de 300 mil euros na construção de um novo Datacenter de Disaster Recovery (Recuperação), uma infraestrutura tecnológica crítica que reforçará a capacidade da empresa para assegurar a continuidade dos sistemas tecnológicos que suportam o abastecimento de água a cerca de 1,8 milhões de habitantes.
O investimento integra a estratégia de modernização tecnológica e de resiliência operacional da empresa e foi concebido para garantir o funcionamento contínuo dos sistemas tecnológicos informáticos, telecomunicações e dos sistemas industriais, mesmo em cenários de falha, manutenção ou indisponibilidade prolongada, assegurando a recuperação dos sistemas tecnológicos críticos e a continuidade da operação, revela a Águas do Douro e Paiva, em comunicado.
Num contexto de crescente digitalização da operação, os sistemas tecnológicos assumem um papel cada vez mais relevante na gestão e controlo das infraestruturas de abastecimento de água. O novo Datacenter permitirá aumentar a resiliência operacional da organização, reduzindo riscos e reforçando a fiabilidade de um serviço público essencial prestado 24 horas por dia, 365 dias por ano.
Concebido segundo uma arquitetura de elevada disponibilidade, o Datacenter dispõe de redundância total dos sistemas críticos, incluindo alimentação elétrica, sistemas de energia ininterrupta, climatização e comunicações. Este modelo assegura que cada um destes sistemas tem capacidade para suportar, de forma autónoma, a totalidade da operação, eliminando pontos únicos de falha e permitindo intervenções de manutenção sem interrupção do serviço.
A nova infraestrutura inclui uma sala técnica concebida como uma estrutura do tipo “cofre”, equipada com sistemas avançados de segurança, resistência ao fogo, controlo ambiental rigoroso e deteção e extinção automática de incêndios por agente limpo, garantindo elevados níveis de proteção para os sistemas e dados críticos da empresa.
A ligação ao Datacenter principal será assegurada através da rede própria de fibra ótica da Águas do Douro e Paiva, reforçando a autonomia tecnológica da empresa e garantindo comunicações seguras e de elevada capacidade entre infraestruturas críticas.
Para Bruno Coimbra, presidente da Águas do Douro e Paiva, “a transformação digital trouxe novas exigências às entidades gestoras de infraestruturas críticas” e este novo equipamento “reforça a capacidade da Águas do Douro e Paiva para responder a esses desafios, através de sistemas avançados de redundância e recuperação que aumentam a resiliência da operação e asseguram a continuidade de um serviço essencial às populações.”











































