A Câmara Municipal de Paredes, em reunião de executivo, ratificou, hoje, a decisão de contratação e aprovou os encargos plurianuais para avançar com a construção do empreendimento para realojamento da comunidade cigana que vive no centro da cidade, em condições indignas, há décadas.

Quando foi aprovado o lançamento do concurso, o presidente da autarquia, Alexandre Almeida, tinha referido que, entre os procedimentos administrativos e o visto do Tribunal de Contas, a obra deveria ir para o terreno em Novembro deste ano.

O custo da empreitada, apoiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, é superior a três milhões de euros. Está prevista a construção de 26 fogos, de tipologia T2 e T3, para realojar cerca de 100 pessoas.  

O prazo de execução é de cerca de ano e meio, pelo que o realojamento da comunidade só acontecerá em 2024.

O PSD absteve-se na votação porque entende que o valor por habitação é elevado.

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