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Os concertos do rapper Carlão, a 9 de maio, e do maestro e compositor Rui Massena, a 16, apresentam-se como os destaques da programação deste mês, do CCP-Centro Cultural de Paredes, que além da música terá ainda um espetáculo de teatro juvenil com residência artística. O PANOS – palcos novos palavras novas, um projeto do Teatro Nacional D. Maria II para os jovens, que decorre de 18 a 24.

O rapper e letrista português Carlão abre a programação, pelas 22h00, no palco do Grande Auditório. O músico, um dos fundadores e vocalista da banda portuguesa Da Weasel, apresenta ao vivo o mais recente disco “Quinta Essência 75/25”, num formato de auditório que promete uma experiência única, mais próxima e intimista, com temas que não fazem parte dos concertos ao ar livre, explica a autarquia. Os bilhetes estão à venda por 25 euros.

Já o maestro e compositor Rui Massena vai ouvir-se no dia 16, também pelas 22h00, com Parent’s House. O espetáculo parte do piano para evocar a memória emocional da infância do artista. O instrumento escolhido, simula o ambiente onde o maestro Rui Massena começou a estudar música: o piano da casa dos seus pais. Através de um desenho de luz, som e narrativa, o concerto transforma-se “numa experiência sensorial, onde o público é convidado a reencontrar os seus próprios lugares de pertença. É uma proposta estética contemporânea, acessível e de forte impacto emocional”. Os bilhetes custam 10 euros.

O CCP – Centro Cultural de Paredes vai até às escolas, na quinta-feira, 14 de maio, com a peça de teatro “A Cor do Limão” da companhia Andante. A sessão realiza-se na Escola Básica de Sobreira e tem como mote “Uma pastora junta o seu rebanho, dá-lhes de comer e conta-lhes uma história de amor. Canta lhes para as ajudar a comer, para as adormecer, para brincarem e para descobrir palavras novas”.

O Encontro Nacional do projeto PANOS – palcos novos palavras novas, uma parceria com o Teatro Nacional D. Maria II, acontece de 18 a 24 de maio. Esta é uma iniciativa que versa sobre o teatro e que abrange jovens dos 12 aos 19 anos, que se constrói num movimento entre “ler-fazer-apresentar-ver-valorizar teatro”, diluindo a distância associada à criação e receção do teatro lido e encenado.

“Criado em 2005, tem contado com o envolvimento de centenas de participantes de escolas, associações, teatros e grupos municipais de todo o país, numa verdadeira ação de descentralização dos palcos e dos seus atores”.

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