No mês de abril, o NORTE 2030 aprovou 62 operações, correspondentes a um investimento global de 64,4 milhões de euros, dos quais 36 milhões de euros são financiados por fundos europeus.
As operações aprovadas abrangem 47 beneficiários, sendo que um deles é o Tâmega e Sousa, através do programa “Mobilidade Ativa no concelho de Penafiel”, com 1 milhão de euros de Investimento e uma taxa de financiamento europeu de 85%.
Estes investimentos “refletem uma forte diversidade de áreas de intervenção, com destaque para inovação empresarial, regeneração urbana, infraestruturas tecnológicas e qualificação territorial”, refere a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR), em nota de imprensa.
“O balanço de abril evidencia a continuidade da trajetória de execução do NORTE 2030, reforçando o investimento em projetos com impacto direto na competitividade regional, na modernização das infraestruturas públicas e na coesão territorial”, sendo que o mês ficou marcado por uma “combinação equilibrada entre investimento empresarial, projetos municipais e iniciativas estruturantes de escala regional”.
As operações de âmbito regional (NUT II) representam cerca de 26,9% do investimento total aprovado no mês, correspondendo a 17,6 milhões de euros de investimento e 9,3 milhões de euros de financiamento NORTE 2030.
A CCDR destaca, neste âmbito, investimentos associados a infraestruturas tecnológicas e científicas, ao forço da capacidade de investigação e inovação e a valorização cultural e digitalização patrimonial.
A maior operação aprovada em abril, nesta tipologia de operações, foi o projeto “Bio-MedTech Hub”, promovido pela IB – Agência para a Dinamização Económica, E.M., representando um investimento superior a 9,2 milhões de euros, destinado ao reforço das capacidades tecnológicas e de inovação.
As operações enquadradas em instrumentos territoriais de âmbito intermunicipal (NUT III) representam cerca de 28 milhões de euros de investimento e 18,8 milhões de euros de financiamento europeu.
As principais tipologias aprovadas foram a reabilitação e regeneração urbanas e as infraestruturas educativas e qualificação territorial.
Entre as operações aprovadas destacam-se projetos com forte impacto territorial em diferentes sub-regiões do Norte, como seja, para além do Tâmega e Sousa, com a “Mobilidade Ativa no concelho de Penafiel”, a Área Metropolitana do Porto, através da “Requalificação do Espaço Público de Bom Pastor e Vale Formoso”, com 3,96 milhões de euros de Investimento e uma taxa de financiamento europeu de 85%.
Também o Douro, com a “Melhoria da Eficiência Energética das Piscinas Rosa Mota”, com uma verba de 583 mil euros, dos quais 267 mil euros são financiados pela UE através do NORTE 2030 e o Alto Tâmega e Barroso, com a ampliação de infraestruturas municipais de abastecimento de água em Ribeira de Pena, canalizando uma verba de 998 mil euros que contam com um financiamento europeu de 107 mil euros, entre outras infratestruturas.
A CCDR enfatiza ainda que, em abril, merecem ainda destaque os projetos na área da Inovação Produtiva nos territórios de baixa densidade, com um Investimento total de 18,9 milhões de euros (cofinanciado pela União Europeia, através do NORTE 2030, em 7,8 milhões de euros) abrangendo um total de 16 operações que evidencia a dinâmica das empresas do Norte nos territórios de baixa densidade da Região.
Assim, o Programa Norte 2030 continua a “transformar financiamento europeu em investimento concreto nos territórios, apoiando simultaneamente a inovação empresarial, a qualificação dos serviços públicos e projetos estruturantes para o desenvolvimento regional”, sendo que estes resultados “demonstram a sua capacidade de execução e o seu impacto direto na vida das pessoas e na competitividade da região Norte”, diz Álvaro Santos, presidente da CCDR NORTE e da Comissão Diretiva do NORTE 2030.
Refira-se que este é um programa regional do Portugal 2030 para a Região Norte, mobilizando fundos europeus para apoiar o desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial da região, com foco na competitividade, inovação, sustentabilidade e coesão.










































