São várias as redes de transportes que operam atualmente em Lousada, o que faz com que seja possível viajar do município até vários pontos do país e da Europa.
Com a entrada em funcionamento do novo sistema intermunicipal de transporte público “Linhas – Douro Tâmega e Sousa”, que uniformiza operadores, bilhética e tarifas, “o concelho passa a integrar uma rede mais coerente, acessível e funcional para os utentes, com ganhos de equidade territorial e melhoria da mobilidade e dos transportes”.
A afirmação é do autarca de Lousada, Nelson Oliveira, que esclarece que, neste primeiro ano de serviço, se “pretende articular e melhorar o serviço prestado, no âmbito de uma profícua interligação com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa”, a autoridade de transportes.
O município destaca a possibilidade de a Linhas operar através do cartão Três Rios – Douro Tâmega e Sousa em Linha, que é gratuito para os estudantes, para além de possibilitar a combinação com a rede Andante, (STCP e Metro do Porto) e com um custo total de 50 euros.
Mas a rede de transportes públicos ainda não é suficiente, porque a Câmara Municipal aponta como necessidade premente a existência de outras linhas que façam a ligação direta ao centro do concelho, nomeadamente à zona norte, às freguesias de Lustosa e Santo Estêvão, e até já referenciou esta carência junto da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM) e do Instituto da Mobilidade e dos Transportes.
Apesar desta lacuna, e para além das empresas que habitualmente operam no concelho, a Flixbus, desde maio do ano passado, e a Rede Expressos, desde o início deste ano, operadoras que têm paragem no terminal rodoviário de Lousada, junto à Praça das Pocinhas e ao Centro Interpretativo do Românico, Nelson Oliveira acredita que o município está capacitado para “oferecer uma maior oferta de mobilidade”.











































