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O social-democrata Miguel Pereira anunciou hoje a sua intenção de se candidatar à presidência da Comissão Política do PSD de Paços de Ferreira. As eleições realizam-se a 28 de fevereiro e, para já, é o único candidato. Miguel Pereira assume como objetivo a “renovação” local do partido, porque acredita que este é o momento “de criar dinâmica, ambição e capacidade de mobilização”.

Numa declaração enviada ao Verdadeiro Olhar, Miguel Pereira enquadra a sua candidatura numa ideia de revigorar o partido, considerando que essa mobilização passa pela “entrada de novos rostos, novas ideias e diferentes formas de pensar e agir, sempre com sentido de responsabilidade e compromisso com o concelho”.
Além disso, diz querer “trabalhar lado a lado com cada conterrâneo de cada freguesia, aproximar o partido das pessoas, trazer novos temas para a agenda política local e afirmar uma política feita com e para os pacenses”.

O social democrata defende “um PSD aberto, que seja um espaço de participação, onde as pessoas possam pensar, opinar e contribuir com ideias” e o partido “deve ser a porta de entrada de quem quer participar ativamente no futuro de Paços de Ferreira”.

Miguel Pereira não deixa de criticar a maioria socialista que gere o município ao dizer que o executivo “tem limitado o espaço de participação cívica e de debate, afastando as pessoas das decisões”.

Caso seja eleito, objetiva recuperar “a essência da social-democracia”, aumentando as bases do partido, sendo que este será o caminho traçado para os dois anos de mandato, porque considera necessário “revitalizar o PSD em Paços de Ferreira.
Nas próximas semanas, Miguel Pereira vai divulgar os nomes da equipa que o vai acompanhar nesta candidatura.

“Tenho feito muitos amigos na política” – Alexandre Costa

De saída da liderança do PSD de Paços de Ferreira está Alexandre Costa que, em declarações ao Verdadeiro Olhar, diz olhar para o seu percurso de forma “positiva”. Há objetivos que atingiu, como o reforço do partido no município, outros não, uma vez que não conseguiu ser eleito presidente da Câmara Municipal. Mas “há que aceitar”, frisou, apesar de continuar a defender que o projeto político que apresentou era “o melhor para a população”.

Eleições à parte, o empresário não deixou de destacar um percurso de mais de 20 anos, cheio de desafios, congratulando-se com o facto de ter feito “muitos amigos na política”. Não teme o futuro, porque garante que tem “uma vida pessoal e profissional cheia”, mas não vai deixar de trabalhar em prol do município de Paços de Ferreira, já que vai continuar o seu trabalho como vereador do maior partido da oposição do concelho.

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