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O percurso do artista de Paredes Henrique Silva foi revisitado no Cinema Trindade, no Porto, na estreia do filme “O Atelier Radical de Henrique Silva”, dos realizadores Emília Simão e Samuel Barbosa e produção de Bando à Parte.

Artista plástico, das artes da pintura, escultura e desenho, com representação nas letras, videoarte e na música. Mestre de multidisciplinares ofícios, é também um pensador, um homem de reflexões e e provocações.

O filme estrutura-se naquilo que Henrique Silva denomina de “Perspetiva Polissémica, assente em três vértices: a Cosmologia, a Técnica e a Moral”. Neste filme é possível “revisitar o passado e o contexto familiar” até ao presente, onde o artista, com 90 anos, conversa com os realizadores na sua casa, que é também o seu atelier, em Gondar.

A estreia contou com a presença da vereadora da Cultura, Beatriz Meireles, que, citada em nota de imprensa, explicou o apoio da Câmara Municipal de Paredes a este projeto, dizendo que “a articulação com o Município foi total, sendo Henrique Silva, natural de Paredes e patrono do nosso prémio artístico, que conta com a sétima edição de forma ininterrupta.”

A Câmara Municipal de Paredes apoiou a realização deste projeto no âmbito do Plano de Ação para as Comunidades Desfavorecidas, através de candidatura ao Plano de Recuperação e Resiliência.

Quem é Henrique Silva

Henrique Silva, nasceu em 1933 na cidade de Paredes. Foi diretor Executivo da Árvore, Coop. Atividade Artísticas de 1978 a 1995, presidente da Projeto, Núcleo de Desenvolvimento Cultural, cofundador e diretor da Bienal de Cerveira desde 2003. É ainda diretor do Curso Superior de Artes e Multimédia da Escola Superior Gallaecia, desde 2009 e lidera do Conselho Científico da Escola Superior Gallaecia.

Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris de 1961 a 1963, frequentando a École Superieur de Beux-Arts de Paris. Licenciou-se pela Universitée de Paris VIII, em 1977 em Artes Plásticas para o Ensino, tendo-se doutorado em Média- Arte Digital na Universidade Aberta e Universidade do Algarve em 2015.

Foi ainda diretor geral e pedagógico da Escola Profissional de Economia Social, participou em seminários e reuniões internacionais em Varsóvia, Bruxelas e Creta, entre outras, sobre políticas de desenvolvimento territorial e cultural.

Expôs em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Estado Unidos, etc. desde 1958, com mais de 50 exposições individuais e 200 exposições coletivas.

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