A investigadora Andreia Mósca venceu a segunda edição do a vencer Prémio Dr. Mário Fonseca. Foram 30 mil euros atribuídos a este estudo versa sobre a malária e o seu tratamento, uma vez que há 263 milhões de casos por ano e 76% das mortes ocorrem em crianças com menos de 5 anos.
A distinção do município de Lousada decorreu ontem à noite e contou com a presença do médico Manuel Sobrinho Simões, embaixador do evento, e Flávia Sousa, presidente do júri.
Andreia Mósca, do Barreiro, e que trabalha para a GIMM – Gulbenkian Instituto for Molecular Medicine, não deixou de sublinhar a importância deste prémio inovador, atribuído pela autarquia de Lousada, porque “os investigadores vestem a camisola e trabalham 12 a 13 horas por dia e não temos o apoio que precisamos”. Por isso, lançou o repto, “era bom que vário Municípios aderissem a esta iniciativa pioneira.
Presente na entrega do prémio esteve também Sandra Tavares, a investigadora que, o ano passado, venceu a primeira edição do Prémio Dr. Mário Fonseca e que abordou o tratamento do cancro da mama triplo negativo.
Nelson Oliveira, presidente da Câmara Municipal de Lousada, disse esperar que, dentro de poucos anos, este prémio que atribui 30 mil euros para a investigação, seja, não só replicado por outros municípios do país, mas que tenha um valor muito superior ao atual, porque é objetivo do município “cimentar o nome de Lousada na área da investigação”.
E a prova de que a importância deste prémio cresceu é que, em apenas duas edições, passaram de 45 candidaturas para 65 que, desta vez, vieram de vários pontos do país.











































