A atitude de “calúnia, injúria e difamação” dos deputados do PS, na Assembleia Municipal, deve-se ao “incómodo político” causado pelo maior partido da oposição em Paços de Ferreira.

É deste modo que o PSD reage ao comunicado emitido, esta sexta-feira, pelos socialistas, onde estes pedem a demissão do líder laranja, Alexandre Costa, acusando-o de incapacidade em selar acordos, de não cumprir com a palavra dada e mentir descaradamente”, para além de “destratar e humilhar” o seu líder de bancada, Valentim Sousa.

A troca de galhardetes entre as duas forças partidárias começou na última Assembleia Municipal de Paços de Ferreira. Em causa esteve o regimento que foi aprovado com os votos contra do PSD.

Em comunicado, os social-democratas contrapõem os argumentos da oposição, referindo que o regimento consensualizado pelos líderes das bancadas do PSD e PS não foi o mesmo que foi apresentado na AM.

O que ficou acordado, previa que “durante o período de intervenção aberto ao público, qualquer cidadão podia solicitar os esclarecimentos que entendesse, sobre assuntos relacionados com o município, devendo para o efeito proceder à sua inscrição na mesa.”

Mas, e no decorrer na AM, o presidente da mesa retirou “a regulamentação das transmissões online” daquelas reuniões magnas, assim como a “regulação do exercício das petições públicas”.

Perante isso, o PSD justifica o voto contra, dizendo que a “participação dos concidadãos na vida do nosso concelho” ficou condicionada.

Na nota de imprensa, os social-democratas acusam ainda o PS de quer “dificultar a participação dos cidadãos na vida política de Paços de Ferreira”, à semelhança do que haviam feito no passado.

O PSD conclui dizendo que, “apesar dos violentos insultos ao PSD”, o partido se recusa a entrar na infeliz baixaria política para onde o Partido Socialista quer levar o debate político e o nosso concelho”.

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