Todos absolvidos no processo de licenciamento e construção de Hospital em Valongo

Tribunal considerou não haver indícios de ilegalidade

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Os dez arguidos no caso do processo de licenciamento e construção do Hospital de São Martinho, em Valongo, foram absolvidos de todos os crimes de que estavam acusados.

Recorde-se que, em causa, estavam crimes de prevaricação, tráfico de influência e falsificação de documentos, estando entre os acusados um ex-presidente da câmara da Valongo, Fernando Melo, e um ex-deputado, Agostinho Branquinho. “São arguidos o administrador da sociedade promotora da obra, o então presidente da câmara municipal de Valongo, bem como dois vereadores e três técnicos municipais, o arquitecto e engenheiro responsáveis pelo projecto, assim como um último arguido que exercia à data funções de deputado”, referia a Procuradoria-Geral Distrital do Porto, no final de 2020, quando o caso seguiu para julgamento.

Segundo as notícias vindas a público, na sexta-feira, o Tribunal considerou não haver indícios de ilegalidades e o acórdão apontava mesmo para uma “acusação leviana e sem sentido”.

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