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  por: Roberto Bessa Moreira  
Coligação PSD/CDS criticou manutenção de diferentes alunos na mesma sala
Escolas de Lousada continuam a ter turmas mistas
Apesar de estar a implantar a sua carta educativa, essencialmente através da construção de centros escolares, o concelho de Lousada vai continuar a ter escolas com turmas mistas, ou seja salas de aulas nas quais convivem, simultaneamente, alunos de diferentes anos de escolaridade.

 

Esta situação foi denunciada, em conferência de imprensa, pela coligação PSD/CDS, que defendeu a transferência destes alunos para as escolas mais próximas.

Porém, já nesta segunda-feira, durante a reunião de Câmara, os vereadores socialistas alegaram que as escolas de Covas, Silvares e Cernadelo estão lotadas e que os próprios pais não querem que os alunos frequentem centros escolares de outras freguesias. "Há falta de coragem em tomar a decisão", acusou o social-democrata Leonel Vieira. "Falta de coragem foi o que o actual ministro teve quando cancelou o encerramento das escolas", respondeu o presidente da Câmara, Jorge Magalhães.

Já o vereador da Educação, Eduardo Vilar, sustentou que a elaboração das turmas é uma responsabilidade dos Agrupamentos escolares.

Mais dinheiro para as juntas de freguesia

Na conferência de imprensa realizada na semana passada, a Coligação Lousada Viva defendeu ainda o reforço de verbas para as juntas de freguesia que atravessam dificuldades financeiras. PSD e CDS deram o exemplo dos casos de Meinedo, Nespereira e Macieira. "É público que muitas juntas de freguesia enfrentam imensas dificuldades financeiras que resultam da diminuição das transferências financeiras da Câmara Municipal, de compromissos financeiros assumidos pelas juntas com a anuência da Câmara, que agora se recusa a pagar, e de dívidas de executivos anteriores", referiu Leonel Vieira.

Agostinho Gaspar, outro vereador do PSD, defendeu, inclusive, que a autarquia "fizesse menos festas" para poder transferir mais dinheiro para as juntas de freguesia.

Na mesma ocasião, a coligação PSD/CDS apoiou, pela primeira vez, a aplicação da taxa máxima de Imposto Municipal sobre Imóveis. "Entendemos que não é tempo de baixar as taxas, sob pena de o município não poder cumprir a curto e a médio prazo os seus compromissos financeiros", explicou Leonel Vieira.

 

 
 
 
 
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