Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Sáb 11 Set 10 | .a Edição | Director: Francisco Coelho da Rocha | fcr@verdadeiroolhar.pt    
   
Assinatura Ficha Técnica Classificados Informações Úteis Contactos
 
por: Nelson Correia  
OLHAR (IM)PARCIAL
“Os dados estão lançados”

A feitura de "listas eleitorais" é, quase sempre, um momento de grande tensão e de muita dificuldade para quem tem tal encargo.

De tensão porque em qualquer organização de cariz democrático, onde o processo de decisão, naturalmente, é colectivo, existem sempre interesses difusos e sensibilidades conflituantes. È normal, é legítimo que os que se interessam pela participação activa nas candidaturas queiram ocupar nas listas a posição relativa que entendem mais condizente com o estatuto ou peso eleitoral que julgam ter.

Dizia, há pouco tempo, neste jornal que as escolhas que o Dr. Sousa Pinto fizesse para as "suas" listas deixariam perceber a estratégia da sua candidatura e as suas reais possibilidades de afirmação eleitoral. Que essas escolhas reflectiriam a disponibilidade das mais conhecidas personalidades do PS para integrarem um projecto que se quer mobilizador para que a construção da desejada alternância de poder se concretize, já, no próximo dia 11 de Outubro.

O Dr. Sousa Pinto fez as escolhas que quis.
Teve inteira liberdade e apoio do partido para decidir em conformidade com a sua visão do caminho a trilhar para obter a mudança que preconiza.

Não teve qualquer obstáculo ou pressão que tivesse que vencer ou debelar.

Olhando para as listas de candidatos que o PS apresenta, fica-se reconfortado com o peso eleitoral que o n.º 2 escolhido para a Câmara Municipal tem no concelho, sinal inequívoco da capacidade do Dr. Sousa Pinto para atrair à sua candidatura uma personalidade de grande craveira política que já foi vereador nos idos de 80 e que maugrado não lhe ser conhecida, depois disso, qualquer actividade política, é um quadro de inegável valor, conhecedor, como poucos, do concelho e da região do Vale do Sousa.

Na Assembleia Municipal, ouviram-se ecos de que a liderança iria recair sobre um independente prestigiado que assinalaria uma abertura da candidatura à sociedade, representando, ao mesmo tempo, uma capacidade diferente da conhecida nas últimas eleições, de atracção de gente qualificada, de fora da órbita da militância partidária.

Falso alarme.

Afinal a escolha recaiu na Presidente de sempre do PS, na Assembleia Municipal.

O mérito e dedicação da candidata são à prova de bala e demonstram que quando é o velho PS a dirigir, há personalidades que nunca regateiam esforços.

Para ilustrar o empenho das personalidades que se distinguiram no desempenho autárquico dos últimos anos do PS no poder municipal basta descer um lugar nessa lista e lá encontraremos quem mais se distinguiu nos mandatos socialistas de 93 a 2001.

A qualidade da candidatura socialista fica bem evidenciada se percorremos toda aquela lista e verificarmos os seus restantes elementos e a posição relativa que nela ocupam aqueles que foram o rosto do PS nas eleições de 2001 ou 2005.

As ausências de personalidades, como a do último Presidente de Câmara do PS, de um, dos actuais Vereadores, vencedor de todas as eleições em que participou nos seus 25 anos de actividade autárquica, do lugar relativo dos demais Vereadores e dos deputados municipais que mais se distinguiram no último mandato, dá-nos a garantia que, desta vez, há um suplemento de qualidade que nos deixa com as expectativas muito elevadas.

Conhecidos todos os candidatos do PS, ficámos com a convicção de que a mudança vai acontecer já em 2009. Por isso, o Dr. Sousa Pinto tratou de acautelar o futuro, garantido que nas suas listas, primeiro entram os "amigos" e depois, alguns dos outros, não muitos, porque, afinal, esses, se fossem bons tinham ganham em 2005.


 
 
Nelson Correia 
 
Veja abaixo mais artigos de Nelson Correia
OLHAR (IM)PARCIAL
 
EXIGIR COMPROMISSOS
O Vale do Sousa, há muito qualificado como o "Vale dos Sonolentos", tarda a emergir da letargia que o atirou para os últimos lugares de qualquer um dos vários rankings de desenvolvimento, seja no contexto das regiões da Europa, seja entre portas nacionais.
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“MUDAR DE DISCURSO”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Opções
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Autárquicas 2009
 
 
PIDDAC
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Estados de espírito
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O prometer e o fazer
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“Novo Rumo”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Porque é Natal
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Depois dos “gangs”…
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Suspensos por uma carta
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Candidaturas independentes
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
UM BOM EXEMPLO
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O “rato” contra o buraco
 
Olhar (Im)Parcial
 
Dever de reserva
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Contra Ataque
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Da gripe à asfixia, via CTT
 
Olhar (Im) Parcial
 
É hora
 
 
Abril
 
Olhar (Im)Parcial
 
Os bairros sociais
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Dois apontamentos
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Por terras de Egas Moniz
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Meios iguais para todos
 
Olhar (Im)Parcial
 
No dia seguinte
 
Olhar (Im)Parcial
 
Aquém dos objectivos mínimos
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Errar é humano, insistir e persistir no erro é que não…
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Propaganda enganosa ou promessas para cumprir?
 
Olhar (Im)Parcial
 
SINAIS
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Poderes ocultos
 
Olhar (Im)Parcial
 
ANO NOVO, HÁBITOS VELHOS
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Critérios
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Novo ciclo
 
Olhar (Im)Parcial
 
O PS/Penafiel vai a votos
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“Asfixia democrática”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“Variante do Cavalum”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
DIA 17, o PS vai a votos.
 
Olhar (Im)Parcial
 
NOTAS SOLTAS
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Poupar sim, transferir dificuldades é que não!
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Um novo paradigma de desenvolvimento
 
Olhar (Im)Parcial
 
Tudo a arder
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Expectativas
 
 
 
 
 
© 2010 Verdadeiro Olhar, Publicações Periódicas, Lda