Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Sex 30 Jul 10 | .a Edição | Director: Francisco Coelho da Rocha | fcr@verdadeiroolhar.pt    
   
Assinatura Ficha Técnica Classificados Informações Úteis Contactos
 
por: Nelson Correia  
OLHAR (IM)PARCIAL
Critérios

I – Manuel Alegre declarou-se disponível para uma candidatura à Presidência da República.

Tal declaração era previsível face ao comportamento político que assumiu no pós-eleições à Presidência da República de 2006.

Meticulosamente, foi conquistando uma posição que o torna o candidato inevitável da esquerda, ainda que no PS haja quem pareça não estar, ainda, “farto” de Cavaco Silva.

Nesta altura e face às circunstâncias politicas entretanto criadas, o PS se quer apear Cavaco da Presidência, não tem outra alternativa que não seja apoiar Manuel Alegre, ainda que a contra-gosto da sua ala mais à direita ou mesmo sem gosto, da ala soarista.

Entretanto, Cavaco enquanto vai dizendo que não é tempo para falar das eleições presidenciais, avança a todo o vapor com os preparativos para um anúncio, a fazer no tempo que lhe seja mais oportuno, da sua mais que certa recandidatura.

Só a essa luz se compreende o artigo de opinião de Fernando Lima “A minha verdade” que veio ressuscitar o caso das inventadas escutas de S. Bento a Belém, insistindo numa tese claramente desmentida pelos factos hoje conhecidos.

Fernando Lima, que há muito se percebeu não falar sem autorização do dono, veio repor um clima de confronto entre os Cavaquistas e os socialistas, certo de que estes estarão, com gosto, a contra-gosto ou mesmo sem gosto nenhum, com Manuel Alegre na sua esmagadora maioria.

Ao mesmo tempo que Fernando Lima dava à luz a sua versão de uma “verdade mentirosa”, a Presidência da Republica agraciava Santana Lopes com uma “comenda” por “dever e tradição de condecorar aqueles que cumpriram funções de relevo”.

O grande argumento utilizado para esta incompreensível condecoração foi que todos os ex-Primeiros Ministros já tinham sido agraciados.

Sabe-se que Santana Lopes não foi um qualquer ex-primeiro Ministro. Foi o pior de todos os ex-primeiros ministros que Portugal teve no pós 25 de Abril.

Todos nos lembrámos do célebre artigo de Cavaco Silva em que comparava Santana á má moeda.

Toda a gente se lembra dos episódios caricatos da governação Santanista.

Pois bem, Cavaco Silva lembrou-se agora de condecorar Santana.

Claro que o Presidente não vê agora em Santana o que nele nunca viu, esta condecoração não é mais que um passo no toque a reunir de todas as tropas que o fizeram eleger Presidente.

II – Por cá, mais um novel Presidente de Junta de Freguesia – o de Pinheiro – veio apresentar queixas públicas do estado das contas da sua autarquia.

Fica-se com a impressão que alguns dos novos eleitos achariam por bem que as Juntas tivessem ficado de “quarentena” à espera da sua chegada.
Qualquer autarquia que desenvolva actividade, por regra, em Outubro/Novembro, apresenta dívidas.

Aliás, queixarem-se de dívidas, como o têm feito os novos presidentes de Junta, mais não é que um expediente para deixar, desde já, claro que não cumprirão com as suas promessas eleitorais.

Desculpas de maus pagadores, é o que é!

Em Sebolido, depois de tanta tempestade, o Presidente da Assembleia de Freguesia recusou, vá lá saber-se por que critérios, a convocatória da assembleia extraordinária que lhe foi requerida por 1/3 dos seus membros.

Em vez da anunciada auditoria às contas, vai haver ou já houve (?) uma “espécie de inspecção” aos computadores da Junta que operaram no tempo do anterior executivo. De fora fica a auditoria pedida pelos socialistas e em especial, a auditoria às contas do mandato de 1997 a 2001, com o fantástico argumento do Presidente da Junta, (parte interessada na auditoria em questão por ter exercido funções de vogal no mandato a auditar), que essa auditoria só seria feita se os seus requerentes a pagassem!

E assim a inconsequência e a maledicência triunfam sobre a coerência e a decência.


 
 
Nelson Correia 
 
Veja abaixo mais artigos de Nelson Correia
OLHAR (IM)PARCIAL
 
EXIGIR COMPROMISSOS
O Vale do Sousa, há muito qualificado como o "Vale dos Sonolentos", tarda a emergir da letargia que o atirou para os últimos lugares de qualquer um dos vários rankings de desenvolvimento, seja no contexto das regiões da Europa, seja entre portas nacionais.
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“MUDAR DE DISCURSO”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Opções
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Autárquicas 2009
 
 
PIDDAC
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Estados de espírito
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O prometer e o fazer
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“Novo Rumo”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Porque é Natal
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Depois dos “gangs”…
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Suspensos por uma carta
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Candidaturas independentes
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
UM BOM EXEMPLO
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O “rato” contra o buraco
 
Olhar (Im)Parcial
 
Dever de reserva
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Contra Ataque
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Da gripe à asfixia, via CTT
 
Olhar (Im) Parcial
 
É hora
 
 
Abril
 
Olhar (Im)Parcial
 
Os bairros sociais
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Dois apontamentos
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Por terras de Egas Moniz
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Meios iguais para todos
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“Os dados estão lançados”
 
Olhar (Im)Parcial
 
No dia seguinte
 
Olhar (Im)Parcial
 
Aquém dos objectivos mínimos
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Errar é humano, insistir e persistir no erro é que não…
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Propaganda enganosa ou promessas para cumprir?
 
Olhar (Im)Parcial
 
SINAIS
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Poderes ocultos
 
Olhar (Im)Parcial
 
ANO NOVO, HÁBITOS VELHOS
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Novo ciclo
 
Olhar (Im)Parcial
 
O PS/Penafiel vai a votos
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“Asfixia democrática”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
“Variante do Cavalum”
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
DIA 17, o PS vai a votos.
 
Olhar (Im)Parcial
 
NOTAS SOLTAS
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Poupar sim, transferir dificuldades é que não!
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Um novo paradigma de desenvolvimento
 
 
 
 
 
© 2010 Verdadeiro Olhar, Publicações Periódicas, Lda